Mesmo com a demanda chinesa menos voraz do que na última década, a aposta é que a desvalorização cambial e a tendência de melhoria na produtividade, deixarão os produtos brasileiros mais competitivos. Apesar de representar uma parte pequena da economia brasileira, em torno de 10% do PIB, o comércio exterior é o começo para uma reação que deve movimentar novamente a produção. As informações estão em matéria especial publicada na edição de hoje do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: O Estado de S.Paulo
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